O Design visto como um corportamento social

O Design visto como um corportamento social

Autores defendem que Educação e fomento ao Design poderiam romper incoerências do passado

Será possível uma revolução que quebre muralhas, traga novos modelos, invente, mude, mas faça isso com empatia e bom humor, respeitando as culturas e os valores humanos? Essa é a questão principal trazida por “A Revolução do Design” com reflexões de importantes nomes do setor.

São afirmações e perguntas que obrigam o leitor a saber mais. “O Design seria uma das revoluções do século XXI e seus autores entendem que isso se fará com a Educação e o fomento à Cultura do Design. Seria possível vivermos no século XXI, estando de verdade nos novos tempos, sem as amarras das incoerências do passado?”

“Design é inovação, palavra vazia até darmos a ela significados”, como provoca o diretor do comitê científico do IED Brasil, Marco Zanini.

“A mãe do design é a curiosidade pelo ser humano. Design possibilita novos empreendimentos, facilita a inserção de novas ideias na sociedade, viabiliza futuros captando recursos de formas diferentes, mais horizontais, com transparência. Termina o departamento de design, agora design é comportamento. E todos nós, designers ou não de profissão, podemos assumir uma atitude empática, dialógica, dinâmica, flexível, criativa”, explica Victor Falasca Megido, o organizador desta obra.

Na publicação, o leitor encontrará textos que tratam de temas como sociedade digital, cultura maker, modelo mental, inteligências criativas, tendências, transdisciplinaridade, colaboração, design urbano, design estratégico, resolução de problemas, inovação, empreendedorismo, moda, comportamento, brasilidade, desafios e futuro, dentre outros.O livro propõe embutir a lógica da humanidade à lógica do mercado para redesenhar a sociedade do futuro, uma civilização da empatia.

Organizado por Victor Falasca Megido, o livro tem posfácio assinado pelo italiano Marco Zanini. Os autores da obra coletiva são Andrea Bandoni, Bruno Pompeu, Caio Vassão, Eliane Weizmann, Fabio Silveira, Francisco Albuquerque, Jaakko Tammela, Joaquim Machado, José Carlos Carreira, Kátia Lamarca, Márcia Merlo e Massimo Canevacci.

O livro tem 176 páginas, Editora Gente, e encontra-se disponível em pré-venda com lançamento marcado para fevereiro de 2017.

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