Onze países participam do "Soy mujer, soy latinoamericana" 

Onze países participam do "Soy mujer, soy latinoamericana" 

Com coordenação da artista brasileira Lúcia Avancini, o evento ocorre pela segunda vez e reúne obras de pelo menos cem mulheres

 O objetivo é abordar todas as facetas que envolvem as discussões históricas sobre a mulher na sociedade, através do veículo de maior acesso do Planeta de todos os tempos, a internet. Em torno de um site, www.soymujersoylatinoamericana.com, artistas mulheres têm seus trabalhos agrupados, refletindo a memória do que vivemos hoje sobre esse tema.

  Na imagem acima,  "Morenas Veracruz", destacamos a participação da doutora Gloria Godinez, do Centro de Estudos, Criação e Documentação de Artes da Universidade Veracruzana. A obra é parte de uma investigação prevista para fazer parte de um livro.  Gloria Godinez é um dos importantes nomes de mulheres reunidas nessa mostra virtual. O objetivo é trazer "um olhar crítico capaz de sacudir e deslocar o eixo central da cultura dominante", afirma Lúcia Avancini.

Jessica Melo e Ana Nunoz

Jessica Melo e Ana Nunoz

Abertura oficial

 Uma projeção de todas as obras desta segunda edição do "Soy mujer, soy latinoamericana" acontece no Rio de Janeiro no Dia Internacional da Mulher para marcar o lançamento oficial do site, incluindo uma Mostra de vídeos e uma atuação das atrizes Vanja Freitas e Claudiana Cotrim. Participam do evento artistas da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, México, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela. E há ainda a participação de uma artista da Espanha.

Andrea Paola Martínez

Andrea Paola Martínez

Mulheres artistas contemporâneas

 Reproduzimos a seguir, texto de Lúcia Avancini. 

"O objetivo é promover uma visão crítica e estimular um público que reflita sobre a arte produzida pelas mulheres, seu papel no mundo das artes e da cultura na sociedade contemporânea.

Um olhar crítico capaz de sacudir e deslocar o eixo central da cultura dominante.

Ao dar visibilidade à produção artística contemporânea das mulheres, favorecemos um processo cultural mais igualitário e justo.

Mais que uma alternativa de divulgação da arte produzida por mulheres descortinamos a possibilidade de um diálogo entre o público e o privado ao revelarmos as máscaras seculares da hipocrisia sobre as questões de gênero.

Mais do que revelar desigualdades é preciso ousar.

Mais do que inserir as mulheres na história, é preciso fazer a própria história.

Um registro do presente para o futuro."

Ana Quiroz

Ana Quiroz

"Soy mujer, soy latinoamericana"
Lançamento dia 8 de março, às 18h
Centro Cultural Oduvaldo Vianna Filho, Castelinho do Flamento, Rio de Janeiro
"O nome do medo" apresenta 32 peças de Rivane Neuenschwander

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“Avenida Paulista” reúne obras de 59 artistas

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